Países como África do Sul, Índia e Austrália em risco de colapso de seus ecossistemas


A ONU disse em setembro que há dez anos os [pseudo] líderes mundiais se comprometeram a proteger o planeta, mas não conseguiram nada. Agora, a Swiss Reinsurance Company Ltd, comumente conhecida como Swiss Re, a segunda maior resseguradora do mundo, divulgou um relatório de análise, que revelou que um quinto dos [cerca de quarenta] países do planeta correm o risco de colapso dos seus ecossistemas e a razão não é outra senão a destruição da vida selvagem e seus habitats pelos seus próprios habitantes.

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Países como África do Sul, Índia e Austrália correm risco de colapso de seus ecossistemas afirma Relatório da Suíça

Fonte:  The Epoch Times

Via: https://thoth3126.com.br/paises-como-africa-do-sul-india-e-australia-em-risco-de-colapso-de-seus-ecossistemas/

De acordo com o novo relatório, 39 países têm seus ecossistemas em um estado fragilizado em mais de um terço de suas terrasPor Bhaswati Guha Majumder

De acordo com o relatório publicado recentemente pela Swiss Reinsurance Company Ltd, comumente conhecida como Swiss Re, a segunda maior resseguradora do mundo, mais da metade do PIB global, que é de cerca de US$ 42 trilhões, depende de uma biodiversidade [DEPENDE DA NATUREZA] de alto funcionamento. Mas o risco de colapso do ecossistema é cada vez mais crescente em vários países.

Graças às atividades humanas ilegais e descontroladas, serviços naturais como água potável e ar limpos, produção de alimentos e proteção contra enchentes já foram danificados. Agora, a análise – baseada no novo Índice de Biodiversidade e Serviços de Ecossistemas do Swiss Re Institute – mostrou que tanto os países em desenvolvimento quanto os avançados correm o risco de colapso de seus ecossistemas.

Países em risco

De acordo com o índice de risco da Swiss Re Institute para a biodiversidade e serviços ecossistêmicos, países como Austrália, Israel e África do Sul estão no topo da lista, Índia, Bélgica e Espanha também são destacados, enquanto países com ecossistemas frágeis e grandes áreas agrícolas, como Nigéria e Paquistão, também estão sinalizados como de alto risco.

O relatório observou que, embora outras nações como o Brasil e a Indonésia tenham grandes áreas de ecossistemas intactos, eles dependem maciçamente dos recursos naturais. De acordo com Swiss Re Institute, isso indica a importância de se proteger as florestas, que desempenha um papel fundamental para equilibrar o meio ambiente.

O principal autor do estudo, Oliver Schelske disse que “Se o declínio dos serviços ecossistêmicos continuar [em países em risco], você verá a escassez [de água, alimentos e matérias primas] se desdobrar ainda mais fortemente, até os pontos de inflexão”.

O índice foi projetado para ajudar as seguradoras a avaliar os riscos dos ecossistemas, mas de acordo com o diretor de pesquisa da Swiss Re, Jeffrey Bohn, ele poderia ajudar o mundo a ter uma visão mais ampla da situação da degradação dos ambientes naturais do planeta, vital para a existência humana, já que o índice permite que empresas, bem como governos de países, “fatorem a biodiversidade e ecossistemas em sua tomada de decisão econômica”.

Imagens: Administração Oceânica e Atmosférica Nacional [NOAA]De acordo com o estudo suíço, os países com mais de 30 por cento de sua área contendo ecossistemas frágeis foram considerados em risco de colapso dos mesmos. Entre os países do G20, a África do Sul, Austrália, Índia, Turquia, México e Itália eram vistos como sendo de maior risco, enquanto os países mais “poderosos” do mundo, como a China, os EUA e Reino Unido são os sétimo, nono, e décimo sexto colocados nessa lista.

O mundo está mudando rápida e drasticamente

De acordo com um relatório recente, o aumento da temperatura média na região da Cordilheira do Himalaia forçou muitas espécies como borboletas, mariposas e de outros habitats a subir mais nas montanhas. A pesquisa também descobriu que cerca de 49 espécies de mariposas e 17 espécies de borboletas mostraram “consideráveis ​​novos registros de altitude ascendente”.

No que diz respeito à Austrália, várias espécies, incluindo répteis, mamíferos, sapos, peixes e pássaros estão agora em uma posição muito crítica. Especialistas ambientais acreditam que os enormes incêndios florestais neste último verão e a destruição contínua do habitat na costa leste da Austrália agravaram o status de ameaça de extinção de muitas espécies.

Quando se trata da África, especialmente da parte sul do continente, os cientistas revelaram que uma toxina bacteriana está prosperando mais na região devido ao aquecimento das temperaturas nos corpos d’água como resultado das mudanças climáticas e que causou a morte em massa de centenas de elefantes em Botswana este ano.

 A ONU disse em setembro que há dez anos os [pseudo] líderes mundiais se comprometeram a proteger o planeta, mas não conseguiram nada. Agora, a Swiss Reinsurance Company Ltd, comumente conhecida como Swiss Re, a segunda maior resseguradora do mundo, divulgou um relatório de análise, que revelou que um quinto dos [cerca de quarenta] países do planeta correm o risco de colapso dos seus ecossistemas e a razão não é outra senão a destruição da vida selvagem e seus habitats pelos seus próprios habitantes.

Nem é preciso dizer que o Ártico também está sob grande ameaça. Uma grande equipe de cientistas de 20 países testemunhou os efeitos dramáticos do aquecimento global sobre o degelo da região ártica. Markus Rex, o líder da maior missão do mundo ao Pólo Norte , disse:

“Testemunhamos como o oceano Ártico [Polo Norte] está morrendo. Vimos esse processo bem do lado de fora de nossas janelas ou quando caminhamos sobre o gelo quebradiço.”

O líder da missão também observou que, se o aquecimento continuar aumentando no Pólo Norte, dentro de algumas décadas o mundo terá “um Ártico sem gelo no verão” e com elevação significativa dos níveis das águas oceânicas, ameaçando grandes centros populacionais situados nos litorais de seus países.


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