Star Wars: Space Force dos EUA quer controlar as órbitas Terra-Lua, mas vai colidir com SSPs rivais


Plano da Força [Space Force] Espacial dos EUA para controlar as órbitas Terra-Lua vai colidir com programas espaciais secretos [SSPs] rivais: Em 10 de agosto, a recém-criada Força [Space Force] Espacial, o sexto braço “armado” dos EUA lançou sua “Doutrina do Poder Espacial”, definindo sua identidade central e missões no espaço exterior. A Força Espacial considerará o espaço sideral um domínio de guerra em que a força militar norte americana será projetada nos ambientes orbitais Terra-Lua para proteger os interesses e a “segurança nacional” dos Estados Unidos.

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

Plano da Força [Space Force] Espacial dos EUA para controlar as órbitas Terra-Lua vai colidir com programas espaciais secretos [SSPs] rivais

Por Dr. Michael Salla  –  Fonte:  Exopolitics.org – Comentários entre [  ] são do tradutor.

No curto prazo, isso significa que a Força Espacial recentemente criado dos EUA competirá com as forças aeroespaciais rivais estabelecidas pela China e pela Rússia pela superioridade espacial [e demais programas espaciais secretos desenvolvidos pela USAF, USNAVY e os Nazistas, este o primeiro e mais antigo]

A longo prazo, a Força Espacial está destinada a colidir com programas espaciais secretos administrados por um consórcio sombrio de corporações transnacionais [o velho e nefasto COMPLEXO INDUSTRIAL MILITAR] e uma ainda mais secreta e elusiva aliança SSP, a “Frota [Dark Fleet – Negra”.

Este último é reivindicada sua existência por vários insiders denunciantes  como pertencendo a uma colônia separatista alemã nazista que se transferiu da Antártica para Marte, levando consigo milhões de pessoas recrutadas por falsos incentivos ou forçadas a uma vida de trabalho escravo.

O documento de 40 páginas intitulado “Space Capstone Publication: Spacepower Doctrine for Space Forces” dá o tom para o que se segue com uma declaração de 1962 do ex-presidente John F. Kennedy:

Os olhos do mundo agora olham para o espaço, para a lua e para os planetas além, e juramos que não o veremos governado por uma bandeira hostil de conquista, mas por uma bandeira de liberdade e paz. [ p. xiv ]

O objetivo principal do documento é descrito a seguir:

The Space Capstone Publication é o manual de doutrina inaugural para a Força Espacial dos Estados Unidos, fornecendo uma base para treinamento e educação, e informa a tomada de decisão, análise de missão, objetivos e o desenvolvimento de estratégia espacial militar em apoio à segurança nacional, defesa nacional e estratégias militares nacionais. [ p. xiv ]

O documento descreve como o espaço mudou drasticamente de um domínio envolvendo cooperação pacífica e exploração científica pela comunidade internacional:

O espaço já foi um santuário contra ataques, mas o surgimento, o desenvolvimento avançado e a proliferação de uma ampla gama de armas antiespaciais demonstradas por adversários em potencial reverteram esse paradigma. Hoje, o espaço, como todos os outros domínios, é considerado contestado devido à crescente ameaça aos ativos orbitais dos sistemas de armas adversários. Não há borda dianteira da área de batalha atrás da qual espaçonaves militares possam se reconstituir e se recuperar. As naves espaciais permanecem em órbita durante a paz e a guerra, onde estão potencialmente sob risco das capacidades antiespaciais do adversário e do ambiente espacial hostil. [ p. 7 ]

O documento prossegue explicando como a Força Espacial planeja integrar outras nações que compartilham interesses comuns semelhantes a como a Aliança da OTAN foi formada em torno dos EUA como a força motriz para evitar a agressão do Pacto de Varsóvia:

As forças espaciais militares são os combatentes que protegem, defendem e projetam o poder espacial. Eles fornecem suporte, segurança, estabilidade e efeitos estratégicos ao empregar o poder espacial no, de e para o domínio espacial. Isso exige estreita colaboração e cooperação com o governo dos Estados Unidos, aliados e parceiros e de acordo com a legislação nacional e internacional. [ p. xiii ]

A Força Espacial, no entanto, planeja ser muito mais do que apenas uma operação militar multinacional:

O poder espacial requer exploradores, diplomatas, empresários, cientistas, desenvolvedores e combatentes. As forças espaciais militares – protetoras dos interesses espaciais da América – são, antes de tudo, os combatentes que protegem, defendem e projetam o poder espacial dos EUA. Esses profissionais devem se comprometer simultaneamente com duas profissões exigentes: a guerra e o domínio do espaço. [ p. xiv ]

A missão geral da Força Espacial é considerada vital para o interesse nacional de longo prazo dos EUA:

O acesso ao espaço é essencial para a prosperidade e segurança dos EUA – é um imperativo nacional. Os muitos benefícios que nossa nação obtém do espaço incluem comunicações de massa, redes de informações financeiras e econômicas, segurança pública, monitoramento do clima e tecnologia militar. Como qualquer fonte de poder nacional, os Estados Unidos devem cultivar, desenvolver e proteger esses benefícios para garantir a prosperidade contínua. [ p. 12 ]

O espaço é considerado o futuro do crescimento econômico e da atividade empresarial, um dos principais objetivos da Força Espacial:

Hoje, a totalidade das atividades espaciais econômicas e militares está confinada ao regime geocêntrico; no entanto, os investimentos comerciais e novas tecnologias têm o potencial de expandir o alcance dos interesses espaciais nacionais vitais para o regime cislunar e além no futuro próximo. À medida que a tecnologia avança, o poder espacial militar dos EUA deve se harmonizar com os outros instrumentos de poder para proteger, defender e manter os interesses estratégicos da nação no espaço. [ p. 14 ]

Espaçonave {semelhante ao projeto nazista Haunebu III} desenvolvida secretamente pelos EUA [Complexo Industrial Militar] flagrada aterrissando em base no N. México. Símbolo da USAF esta presente na fuselagem:

No que diz respeito ao futuro conflito militar no espaço e ao papel do direito internacional, é o que o documento fundamental da Força Espacial tem a dizer:

O poder espacial militar está inextricavelmente ligado à guerra. As forças espaciais militares devem operar neste novo domínio de guerra para contribuir para vencer as guerras de nossa nação. Assim, a natureza duradoura da guerra e o caráter moderno definem e definem o poder espacial militar … [ p. 16 ]

Em conformidade com o direito internacional, os Estados Unidos reconhecem que o uso do espaço é para fins pacíficos, enquanto se preparam para a realidade de que o espaço deve ser defendido daqueles que tentarão minar nossos objetivos no espaço. [ p. 17 ]

O documento final fornece uma visão ampla dos inimigos em potencial no espaço e do que a Força Espacial precisa estar preparada para fazer para proteger os interesses dos EUA:

A guerra espacial tem como alvo a mente de um adversário e visa neutralizar sua capacidade e vontade de resistir. As forças espaciais militares competem com atores pensantes que ameaçam a prosperidade, a segurança ou os objetivos políticos de nossa nação. Assim, as forças espaciais militares devem se preparar para enganar, manobrar e dominar agressores pensantes, competentes e letais que estão tentando frustrar as ações dos EUA …

O poder espacial militar não pode vencer guerras unilateralmente, mas, assim como o poder terrestre, marítimo, aéreo ou cibernético, seu sucesso, ausência ou fracasso podem ser catastroficamente decisivos na guerra. Como o poder espacial militar tem o potencial de ser a diferença entre a vitória e a derrota, ele deve ser visto com igual importância como poder militar em qualquer outro domínio. Essa observação é o imperativo estratégico para a criação da Força Espacial dos Estados Unidos como um serviço militar independente, capaz de maximizar o poder espacial militar como uma formulação distinta e vital de poder militar. [ p. 21 ]

Avaliar o significado total do documento capstone requer avaliar os desafios de curto e longo prazo que a Força Espacial tem que enfrentar. No curto prazo, a Força Espacial tem que lidar com as forças aeroespaciais da China e da Rússia, que têm se modernizado rapidamente com o crescimento de suas respectivas economias.

A economia da China, medida em Paridade de Poder de Compra, já ultrapassou os Estados Unidos e está aumentando constantemente seus gastos militares, especialmente no espaço que considera ser o terreno estratégico elevado e calcanhar de Aquiles das forças armadas dos Estados Unidos.

A possibilidade de a China lançar um “Space Pearl Harbor” é algo que pesa muito na mente dos estrategistas militares dos EUA, como discuto longamente em Rise of the Red Dragon (2020). O objetivo imediato da Força Espacial será proteger a rede de satélites dos EUA de um ataque surpresa chinês, que, de outra forma, incapacitaria os militares dos EUA em todo o planeta.

No entanto, são os desafios de longo prazo para a Força Espacial que são os mais intrigantes e exigem a consideração de um escopo muito mais amplo de atividades secretas que vêm ocorrendo no espaço desde a era da Segunda Guerra Mundial.

É crucial ter em mente que a Força Espacial estará secretamente absorvendo um Programa Espacial Secreto (SSP) estabelecido pela Força Aérea dos Estados Unidos. O SSP da USAF, que descrevi detalhadamente no Programa Espacial Secreto e Alianças Extraterrestres da Força Aérea dos EUA (2019) , implantou secretamente esquadrões de espaçonaves usando propulsão antigravitacional avançada, novas tecnologias de energia e sistemas de armas eletromagnéticas.

Estas naves foram submetidas a engenharia reversa a partir de naves capturadas alemãs e extraterrestres adquiridas após o fim da Segunda Guerra Mundial. As principais corporações aeroespaciais dos Estados Unidos colaboraram com um consórcio corporativo transnacional para construir secretamente essas naves avançadas para a USAF. As naves mais avançadas, entretanto, foram construídas para outros clientes, incluindo um SSP administrado por uma empresa chamado Conglomerado Corporativo Interplanetário .

Durante grande parte de sua história, o SSP da USAF operou secretamente, realizou missões ad hoc, teve situação legal duvidosa, foi financiado por um orçamento negro controlado pela CIA e trabalhou em estreita colaboração com o Deep State, um programa espacial corporativo transnacional e colônia alemã separatista em Antártica.

Tudo isso mudou em 2017, quando a USAF aprendeu sobre um SSP da Marinha dos EUA muito mais poderoso e bem equipado, implantando grupos de batalha liderados por transportadores espaciais de quilômetros de comprimento. Os líderes do SSP da USAF perceberam que foram enganados pelo Estado Profundo e seus aliados corporativos / alemães que não lhes forneceram as tecnologias mais avançadas, como prometido. Veja meu livro de 2019 para obter mais detalhes sobre por que o SSP da USAF mudou de posição.

O surgimento da Força Espacial acabará por encerrar as operações caóticas e ad hoc do SSP da USAF, e transferir todos os recursos espaciais deste último para o controle de um serviço espacial militar altamente disciplinado, transparente e legalmente estabelecido que trabalha para os interesses nacionais dos EUA.

As ramificações da Space Capstone Publication são, portanto, de vital importância quando consideradas no contexto de como os ativos da USAF SSP foram historicamente usados ​​para ajudar operações desonestas planejadas e controladas pelo Deep State.

Os desafios de longo prazo enfrentados pela Força Espacial são quíntuplos. Primeiro, terá que lidar com seus pares de estado-nação, como China e Rússia, que têm a capacidade de lançar um ataque do tipo “Pearl Harbor Espacial”.

Em segundo lugar, a Força Espacial precisará gerenciar os programas espaciais mais avançados tecnologicamente de entidades não-estatais desonestas, o Conglomerado Corporativo Interplanetário e a Frota Negra, que possuem frotas de espaçonaves mais avançadas e poderosas.

 

Terceiro, a Força Espacial está destinada a eventualmente se fundir com o SSP da Marinha dos EUA, por meio da qual se torna totalmente capaz de lidar com ameaças representadas por rivais nacionais, entidades espaciais desonestas e civilizações extraterrestres agressivas.

Quarto, a Força Espacial eventualmente terá que enfrentar um comércio ilegal de escravos galácticos, onde milhões de humanos são levados para fora do planeta a cada ano e trocados para uma vida de escravidão. A história vai se repetir pelo qual Força Espacial emerge como um moderno Royal Navy cuja 19 ª século África Ocidental Squadron interceptado navios negreiros em alto-mar, mas agora termina o comércio de escravos no Deep Space?

Finalmente, quanto e quando os líderes da Força Espacial revelarão ao público americano e mundial a verdade sobre a terrível situação que confronta a humanidade com múltiplos programas espaciais secretos e civilizações extraterrestres interagindo entre si, e a humanidade? A Força Espacial será um canal para divulgação completa ou hangouts limitados que enganarão a humanidade nos próximos anos?

© Michael E. Salla, Ph.D.

 https://thoth3126.com.br/star-wars-space-force-dos-eua-quer-controlar-as-orbitas-terra-lua-mas-vai-colidir-com-ssps-rivais/




Categorias:Sem categoria

1 resposta

  1. Republicou isso em EXTRATERRESTRES.

    Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

%d blogueiros gostam disto: